Superar você não é ficar com qualquer um ou fingir que nada aconteceu, superar você é tentar esquecer um capitulo do meu livro de histórias chamado: vida.
O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função do amor é levar o ser humano à perfeição. Como são sábios aqueles que se entregam às loucuras do amor!
4 de nov. de 2011
Separação...
O coração saltitando...
A alma leve e iluminada
Mas a razão vem ditando
Aflição segue desgovernada!
O coração sente tanto...
Que aperta, qual dor atroz
Eis que chega o inevitável pranto
Do amor tardio e veloz!
Silêncio, dúvida, ausência,
Distância cruel... impaciência
Incompletude, carência!
Tristeza, angústia, tormenta,
Decisão amarga e cinzenta
Separação, que dói e acalenta!
Desejo que em sua vida
Não exista cara feia, Não exista bolso furado, Não exista tempo apressado, Muito menos grãos de areia. Não exista tempo fechado, Não exista problema dobrado, Não exista sonho frustrado, Muito menos amor acabado. Não exista amigo esquecido, Não exista negócio falido, Não exista boato mexido, Muito menos dinheiro sumido. Não exista tempo nublado, Não exista ambiente abafado, Não exista corpo dobrado, Muito menos bom senso abalado. Não exista mágoa engolida, Não exista emoção reprimida, Não exista alma sofrida, Muito menos felicidade perdida... Só desejo que você seja feliz!!!
Pra você
7 de out. de 2011
De cara lavada
Hoje me desfiz dos meus bens
vendi o sofá cujo tecido desenhei
e a mesa de jantar onde fizemos planos
o quadro que fica atrás do bar
rifei junto com algumas quinquilharias
da época em que nos juntamos
a tevê e o aparelho de som
foram adquiridos pela vizinha
testemunha do quanto erramos
a cama doei para um asilo
sem olhar pra trás e lembrar
do que ali inventamos
aquele cinzeiro de cobre
foi de brinde com os cristais
e as plantas que não regamos
coube tudo num caminhão de mudança
até a dor que não soubemos curar
mas que um dia vamos.
Martha Medeiros
vendi o sofá cujo tecido desenhei
e a mesa de jantar onde fizemos planos
o quadro que fica atrás do bar
rifei junto com algumas quinquilharias
da época em que nos juntamos
a tevê e o aparelho de som
foram adquiridos pela vizinha
testemunha do quanto erramos
a cama doei para um asilo
sem olhar pra trás e lembrar
do que ali inventamos
aquele cinzeiro de cobre
foi de brinde com os cristais
e as plantas que não regamos
coube tudo num caminhão de mudança
até a dor que não soubemos curar
mas que um dia vamos.
Martha Medeiros
15 de set. de 2011
7 de set. de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)

