21 de out de 2008

PARA QUANDO SE SENTI SOZINHO...


Peça ao céu um pouco de silêncio
e procure conversar com a noite.

Faça de cada ilusão uma saudade, repita mais de
mil vezes que tudo passou e porque passou.
Lá fora o ar pode estar pesado, mas o desejo a seguir,
é amar, é respeitar, liberte-se dos preconceitos e
saia por aí, vai passear, ironize essa amargura e
faça dela uma sombra fértil,
tanto que não vale a pena pensar.

Não sinta receio de nada;
A vida é assim, tudo acaba…

Mas existe um amanhã de saída,
do meio e da chegada, é sempre um amanhã
para hoje que é feito de aventuras.

Olhe-se no espelho e gaste tudo de bom que
você tem pra dar, aquele que viu, ouviu, adorou,
e mesmo aquele que sofreu.

Afirme-se no desejo de quem
sempre encontrará outros desejos
mais fortes, tudo é natural,
tudo partiu de dentro de nós.
E um dia em algum lugar existiu durante 20 minutos
um alguém que comparou e fez de você algo melhor.

Vibre com a lua,
mas contra a tempestade.
Fique feliz por ainda saber sorrir…
Vá! Levante a cabeça!
Imponha no rosto uma expressão feliz, tudo é fácil.
Notou?
Abra a janela e preste atenção
nos pássaros brancos que voam no céu…

Tudo é paz, naturalidade e franqueza.
Porque esta melancolia?
Lembre-se de um sonho,
de alguém que está sempre ao seu lado,
mesmo você não estando e sinta como é fácil ser feliz.

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